Bom, vamos começar a aula de história... NÃO, PERA. Com 1961, o Isaac explica um pouco sobre o Muro de Berlim, e Joe revela que essa é sua música preferida do álbum. Let's go!
Isaac: ''Joe e eu escrevemos a maior parte dessa canção em New Orleans sobre como o Muro de Berlim transformou a cidade em uma família dividida, até que o presidente Regan veio e disse: Já chega!" As vezes tudo o que é preciso é que alguem se levante e diga: "Chega!"
Joe: Essa foi uma colaboração entre eu e o Sr. Slade. Na verdade, todas as músicas são, mas essa especialmente. Eu tinha um verso e um pré-refrão. Eram mais melodias. Eu tinha aquele pré-refrão: ''I wanna feel your love right now...'' e era tudo o que eu tinha da música quando mostrei pro Isaac. Nós não sabíamos que rumo tomar ou até onde levaríamos aquilo. Mas eu estava vindo de um lugar novo na minha vida, conhecendo novas pessoas, descobrindo quem eu era como solteiro. Então eu tinha esse verso e essa melodia e disse: ''Quer saber? Porque você não vê o que consegue fazer com isso?'' E o Isaac meio que correu com aquilo. Estávamos em New Orleans, numa loja de café e começamos a escrever qualquer coisa e depois voltamos e eu fui ouvir aquilo. Quando ele começou a tocar eu sabia que estava diante de algo ótimo. Normalmente, conseguimos dizer se algo vai dar certo ou não já de inicio, e eu sabia que essa canção daria certo. Eu acho que essa é minha música preferida no álbum. Eu amo as cordas, amo o arranjo. Nela, eu toquei um orgão, bem antigo. Dá pra ouvir no fundo. Existem elementos nessa canção que nunca usamos antes. Existem sons que me deixam muito orgulhoso. Eu não sei se essa é a melhor musica que já escrevi, mas estou muito orgulhoso dos elementos dessa canção.
Bom, a próxima é I Can Barely Say, uma das primeiras canções do Scars & Stories a ser tocada as vivo. Isaac conta sobre seus dramas pessoas, e Joe fala como resgatou essa música do fundo do baú. Mas, se querem saber mais, esperem mais um pouquinho! Um beijo, e obrigado!
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Scars & Stories: As histórias por trás das cicatrizes - Parte 6
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Joe King confirma que lançará album solo
Joe King está pronto para se lançar solo com um novo projeto pop, com um single pronto e um álbum em vista. O compositor do Colorado vai se lançar com o nome de KING, e pretende lançar seu EP em abril.
Desde que começou há 11 anos atrás, The Fray tem contado com Joe King e Isaac dividindo as composições, cada faixa uma colaboração. Depois de três álbuns, alguns singles n º 1 e milhões de ingressos vendidos, Joe sentiu que esse era o momento para sentar e lançar faixas que fossem todas suas, desde escrever até a performance. O projeto está em construção há um ano e meio, com canções produzidas enquanto a banda estava em tour. Agora como The Fray está com o álbum no ciclo de lançamento, Joe sabia que era a hora certa.Ele poderia fazer seu trabalho solo, enquanto continuava com a banda.
"Fica um pouco de desvantagem quando você escreve uma música e acaba deixando seu melhor amigo cantá-la.Tem funcionado, e ele é
a única pessoa que eu quero que as cante. Ele é um ótimo cantor e eu não quero acabar com essa coisa toda. Mas de uma forma criativa, isso se tornou um impulso. Eu ficava pensando: 'Eu estou pronto pra isso'. Em um nível pessoal, o cantor de 32 anos de idade, encontrou-se em um "lugar" que ele nunca tinha estado antes. Casado, quando ele tinha 19 anos, King agora está divorciado, com algum tempo livre e alguns novos "começos".
Pós-divórcio e namorar ... Cara, eu nunca fiz isso. Eu só estive com uma mulher, então eu definitivamente comecei a experimentar coisas e novas maneiras de pensar. Fazer este álbum se tornou essa coisa de auto-descoberta ", disse ele.
O resultado, em parte, é o single "Need a Woman", com a participação Trombone Shorty, com o refrão "Eu preciso de uma mulher na sexta-feira." "É sobre amar o começo de algo, o flerte e essa energia."
Sonoramente, "Need a Woman" é edificante, , os vocais pesados de Joe equilibrados com sons altos e persistentes de teclado e bateria programada. E não se parece com o som de The Fray, nem o que se poderia realmente chamar uma música triste. ''Eu não queria que soasse como algo despojado, acústico, piano triste e tal.''
Quem ajudou com a estética do EP foi o produtor Adam Pallin, que trocou faixas com Joe, assim como com outros ''denverianos'' como Patrick Meese, Ryan Tedder (One Republic) (...)
Agora Joe está vendo KING para as gravadoras, com um EP ainda sem nome, de 5 músicas e espera que o sigle Need a Woman seja um hit. Joe está confiante de que KING não irá interferir em The Fray, que está agora produzindo músicas para um quarto álbum, que pode ser lançado ainda este ano.
''Enquanto eu pensava sobre as gravadoras, os garotos me perguntaram: 'E como fica The Fray?' Mas eu não estou preocupado com isso. Estou sentindo a mesma ansiedade de 7 anos atrás quando The Fray lançava o HTSAL. Estou pensando: 'Será que as pessoas vão gostar?' Eu acredito nisso. Eu acho que está bom.É uma ansiedade alegre e confiante de novo artista.''
Entrevista completa: http://migre.me/d4REN
Eeeeeeentão, o que acham dessa ideia louca do Joe de lançar um álbum solo? Vocês apoiam? Vocês acham que isso balançou as estruturas de The Fray? Por um lado, eu entendo o Joe por querer cantar as músicas que ele compõe. Ele quer fazer o trabalho completo. Mas por outro, eu como fâ de The Fray fico meio desconfiada e com medo de que isso possa atrapalhar a banda. E vocês, o que acham? Comentem! Beijos ♥
Desde que começou há 11 anos atrás, The Fray tem contado com Joe King e Isaac dividindo as composições, cada faixa uma colaboração. Depois de três álbuns, alguns singles n º 1 e milhões de ingressos vendidos, Joe sentiu que esse era o momento para sentar e lançar faixas que fossem todas suas, desde escrever até a performance. O projeto está em construção há um ano e meio, com canções produzidas enquanto a banda estava em tour. Agora como The Fray está com o álbum no ciclo de lançamento, Joe sabia que era a hora certa.Ele poderia fazer seu trabalho solo, enquanto continuava com a banda.
"Fica um pouco de desvantagem quando você escreve uma música e acaba deixando seu melhor amigo cantá-la.Tem funcionado, e ele é
a única pessoa que eu quero que as cante. Ele é um ótimo cantor e eu não quero acabar com essa coisa toda. Mas de uma forma criativa, isso se tornou um impulso. Eu ficava pensando: 'Eu estou pronto pra isso'. Em um nível pessoal, o cantor de 32 anos de idade, encontrou-se em um "lugar" que ele nunca tinha estado antes. Casado, quando ele tinha 19 anos, King agora está divorciado, com algum tempo livre e alguns novos "começos".
Pós-divórcio e namorar ... Cara, eu nunca fiz isso. Eu só estive com uma mulher, então eu definitivamente comecei a experimentar coisas e novas maneiras de pensar. Fazer este álbum se tornou essa coisa de auto-descoberta ", disse ele.
O resultado, em parte, é o single "Need a Woman", com a participação Trombone Shorty, com o refrão "Eu preciso de uma mulher na sexta-feira." "É sobre amar o começo de algo, o flerte e essa energia."
Sonoramente, "Need a Woman" é edificante, , os vocais pesados de Joe equilibrados com sons altos e persistentes de teclado e bateria programada. E não se parece com o som de The Fray, nem o que se poderia realmente chamar uma música triste. ''Eu não queria que soasse como algo despojado, acústico, piano triste e tal.''
Quem ajudou com a estética do EP foi o produtor Adam Pallin, que trocou faixas com Joe, assim como com outros ''denverianos'' como Patrick Meese, Ryan Tedder (One Republic) (...)
Agora Joe está vendo KING para as gravadoras, com um EP ainda sem nome, de 5 músicas e espera que o sigle Need a Woman seja um hit. Joe está confiante de que KING não irá interferir em The Fray, que está agora produzindo músicas para um quarto álbum, que pode ser lançado ainda este ano.
''Enquanto eu pensava sobre as gravadoras, os garotos me perguntaram: 'E como fica The Fray?' Mas eu não estou preocupado com isso. Estou sentindo a mesma ansiedade de 7 anos atrás quando The Fray lançava o HTSAL. Estou pensando: 'Será que as pessoas vão gostar?' Eu acredito nisso. Eu acho que está bom.É uma ansiedade alegre e confiante de novo artista.''
Entrevista completa: http://migre.me/d4REN
Eeeeeeentão, o que acham dessa ideia louca do Joe de lançar um álbum solo? Vocês apoiam? Vocês acham que isso balançou as estruturas de The Fray? Por um lado, eu entendo o Joe por querer cantar as músicas que ele compõe. Ele quer fazer o trabalho completo. Mas por outro, eu como fâ de The Fray fico meio desconfiada e com medo de que isso possa atrapalhar a banda. E vocês, o que acham? Comentem! Beijos ♥
domingo, 13 de janeiro de 2013
Scars & Stories: As histórias por trás das cicatrizes - Parte 5
Chegou a história de The Wind, os conflitos pessoais de Joe King que se tornaram essa música linda.
Leia, e se emocione.
Isaac: Joe tinha voltado dos procedimentos do seu divórcio e tudo estava finalizado. Ele se sentou no piano e tirou a canção toda desse conceito de ''desorientaçao'', que é uma coisa ruim, tipo como você se sente depois do carnaval. Mas lá atrás, em 1400, ''desorientado'' poderia significar que você estava perdido no mar. Você perde o sinal das estrelas, você não sabe diferenciar norte e sul. Você fica literalmente esperando aquele vento, pra te dar direção. Ele me enviou uma gravação de voz com o que ele havia escrito. Eu estava na Califórnia com a minha esposa. Estávamos dirigindo na estrada, indo pra costa e eu disse: ''Olha, o Joe me mandou uma música, quer ouvir?'' Nós dois meio que entramos nesse momento romântico na praia, ouvindo essa canção de partir o coração , e começamos a chorar.
Joe: As vezes é muito difícil pra mim escrever em um momento de altas emoções. Não acontece sempre. Normalmente eu estou em um quarto de hotel ou estúdio, mexendo com um instrumento, descubro algo e componho. Mas raramente você vê a cena de um acidente e escreve sobre ele. Pra mim, essa canção é como ver a cena de um acidente fatal. Foi o momento mais baixo da minha vida. Eu estava voltando do tribunal onde eu e minha esposa decidimos que iriamos terminar tudo. Foi o ponto mais baixo, mais escuro e quando eu me senti mais perdido em toda minha vida. Eu fui pra casa e o piano se tornou um refugio. Eu sentei, comecei a tocar e saiu ''The Wind''. Era minha zona de conforto. Era tipo, ''eu preciso ir a algum lugar, não sei o que fazer.'' Eu me sentia completamente perdido no oceano. Eu precisava me situar. A letra é bem direta. Eu me lembrei dos primeiros navegantes que estavam no meio do oceano e não sabiam onde estavam e se iriam ''cair da terra'' ou se descobririam novas terras. Não sabiam se veriam suas famílias novamente. Aquele era eu. Então aquela foi a primeira vez que eu fiz uma canção por acidente.
Aww, tadinho do Joe! :( Sofreu muito no seu processo de separação, mas isso rendeu uma linda canção! Na próxima semana, 1961, pra aprendermos um pouquinho de história. Não entendeu? Aguarde só mais um pouquinho pra mais uma história! Beijos ♥
Leia, e se emocione.
Isaac: Joe tinha voltado dos procedimentos do seu divórcio e tudo estava finalizado. Ele se sentou no piano e tirou a canção toda desse conceito de ''desorientaçao'', que é uma coisa ruim, tipo como você se sente depois do carnaval. Mas lá atrás, em 1400, ''desorientado'' poderia significar que você estava perdido no mar. Você perde o sinal das estrelas, você não sabe diferenciar norte e sul. Você fica literalmente esperando aquele vento, pra te dar direção. Ele me enviou uma gravação de voz com o que ele havia escrito. Eu estava na Califórnia com a minha esposa. Estávamos dirigindo na estrada, indo pra costa e eu disse: ''Olha, o Joe me mandou uma música, quer ouvir?'' Nós dois meio que entramos nesse momento romântico na praia, ouvindo essa canção de partir o coração , e começamos a chorar.
Joe: As vezes é muito difícil pra mim escrever em um momento de altas emoções. Não acontece sempre. Normalmente eu estou em um quarto de hotel ou estúdio, mexendo com um instrumento, descubro algo e componho. Mas raramente você vê a cena de um acidente e escreve sobre ele. Pra mim, essa canção é como ver a cena de um acidente fatal. Foi o momento mais baixo da minha vida. Eu estava voltando do tribunal onde eu e minha esposa decidimos que iriamos terminar tudo. Foi o ponto mais baixo, mais escuro e quando eu me senti mais perdido em toda minha vida. Eu fui pra casa e o piano se tornou um refugio. Eu sentei, comecei a tocar e saiu ''The Wind''. Era minha zona de conforto. Era tipo, ''eu preciso ir a algum lugar, não sei o que fazer.'' Eu me sentia completamente perdido no oceano. Eu precisava me situar. A letra é bem direta. Eu me lembrei dos primeiros navegantes que estavam no meio do oceano e não sabiam onde estavam e se iriam ''cair da terra'' ou se descobririam novas terras. Não sabiam se veriam suas famílias novamente. Aquele era eu. Então aquela foi a primeira vez que eu fiz uma canção por acidente.
Aww, tadinho do Joe! :( Sofreu muito no seu processo de separação, mas isso rendeu uma linda canção! Na próxima semana, 1961, pra aprendermos um pouquinho de história. Não entendeu? Aguarde só mais um pouquinho pra mais uma história! Beijos ♥
domingo, 30 de dezembro de 2012
O site Billboard publicou uma entrevista com Isaac Slade, em que ele fala na possibilidade de um novo álbum em 2013, e o melhor de tudo, datas de shows na América do Sul, e África. Em uma outra entrevista, eles já haviam dito que fariam dois shows no Brasil, então podemos presumir que ano que vem teremos The Fray aqui, finalmente!
''Slade diz que antes de The Fray começar a sua turnê de verão com Kelly Clarkson, ele "começou a organizar todas as dublagens pequenas e demos e coisas assim" remanescentes de sessões do grupo para "Scars & Stories", com o produtor Brendan O'Brien. "Há algumas coisas muito boas lá", observa ele. "Eu gostei muito. Eu estava ouvindo a demo para Heartbeat (primeiro single do álbum), que gravei na África do Sul.(...) É bom ouvir essas coisas porque lhe dá esperança para os outros demos que saíram ruins, mas tem alguma esperança. Você sente que podem realmente ser virar coisa. "
"Scars & Stories" estreou em 4 º lugar na Billboard 200 quando foi lançado em fevereiro. O segundo single do álbum, "Run For Your Life", ainda está ativo, enquanto Slade diz que o grupo e a gravadora estão "em fase de grande debate'' sobre de um terceiro single. Enquanto isso, The Fray está prevendo mais turnês. "Os primeiros seis ou sete meses depois do álbum é uma espécie de aquecer os motores e ver o que acontece", diz Slade. O grupo está analisando datas na África, Oriente Médio e América do Sul, com um retorno para a Europa e mais datas para os norte-americanos em 2013. Slade está esperando que, como em "Scars & Stories", as viagens de The Fray inspirem algum material novo para adicionar à pilha de restos.
Vamos esperar ansiosamente por vocês, garotos!
domingo, 22 de julho de 2012
Oi gente! Prometi que não iria deixar de postar aqui no The Fray Brasil então, aqui estou eu. Bom, nesses ultimos dias estamos sem novas notícias sobre The Fray, exceto que já começou o tour com a Kelly Clarkson, isto é, logo logo novas fotos. A partir de amanhã eu vou postar uma frase de The Fray por dia no Tumblr, escrita com o meu proprio garrancho, hahaha. Vai chamar ''The Fray Daily Quotes''. Então, queridos viciados em Tumblr (como eu) dá um olhadinha lá, e rebloguem! Essa ai em cima é um teaser que eu fiz, só pra testar.
Não esqueçam que em breve vo excluir o blog antigo, e as fotos que estão lá vão ser movidas para a página do The Fray Brasil no Facebok.
Espero que todos continuem me acompanhando aqui! Um beijo, e boa noite!
Não esqueçam que em breve vo excluir o blog antigo, e as fotos que estão lá vão ser movidas para a página do The Fray Brasil no Facebok.
Espero que todos continuem me acompanhando aqui! Um beijo, e boa noite!
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